Answering Questions §6 – O que é Estratégia de Negócios?

Estratégia é o padrão de decisões em uma empresa que determina e revela objetivos, propósitos ou metas, produz as principais políticas e planos para alcançar as metas e define a gama de negócios que a empresa está em busca, o tipo de economia e organização humana que é ou que pretende ser, e a natureza da contribuição econômica e não econômica que pretende criar para seus acionistas, empregados, clientes e comunidades.”

Kenneth Andrews, The Concept of Corporate Strategy


Toda empresa, para ter sucesso, precisa de decisões e atitudes estratégicas bem definidas e posicionadas. Estratégia são as decisões tomadas para a descoberta e definição dos objetivos, dos propósitos e das metas de uma empresa. 

Missão Estratégica – Plano Estratégica – Ações Estratégicas

Tais decisões estratégicas compõem a Missão Estratégica, que são os valores e propósitos de uma empresa no âmbito das suas operações em termos de produtos de mercado. Para desenvolver a Missão Estratégica é necessário um Plano Estratégico. 

Um Plano Estratégico é como uma empresa se posiciona no mercado, desenvolve e utiliza recursos internos e capacidades para cumprir a sua missão estratégica. E o plano estratégico, por sua vez, é composto por Ações Estratégicas. Estas, são as ações individuais tomadas para executar o plano estratégico em busca da missão estratégica.

Isso é estratégia de negócios. E como por em prática?
Primeiro passo é desenvolver um Plano de Negócios.

******************

Obrigada pela leitura. Gostou do texto? Compartilhe! Você pode encontrar meus outros artigos no meu blog (empresarialbusinessblog.blogspot.com.br), no Medium, no Linkedin, no JusBrasil, e também pode se conectar comigo via Linkedin, Facebook, Twiter, E-mail, que você encontra no meu perfil do Linkedin e no blog.

Anúncios

Negocie Como Um Verdadeiro Samurai

“UMA ALMA SEM RESPEITO É UMA MORADA EM RUÍNAS”. CÓDIGO SAMURAI


Os SAMURAIS até hoje causam fascínio e espanto no mundo todo. O Japão feudal foi o palco desses nobres guerreiros, que empunhavam suas espadas e possuíam as armaduras mais impressionantes do mundo das artes marciais.
O código de honra que seguiam, o Bushido (bushi=guerreiro e do=caminho), recebeu influências do Budismo , Xintoísmo e do Confucionismo. Essa combinação de religião e filosofia resultou em um código de conduta RÍGIDO, que deveria ser brutalmente seguido por todos até a morte.
O que isso tem a ver com negociação? Honestidade, coragem, polidez e autocontrole são apenas algumas das virtudes encantadoras do Bushido. Essas premissas existentes no código samurai, apesar de milenares, são absolutamente aplicáveis nos dias de hoje, mas claro, apenas se você desejar negociar como um verdadeiro samurai…
Quer saber como fazer isso? Conheça agora as 07 virtudes do código samurai e as 07 técnicas avançadas denegociação que vão mudar a maneira como você enxerga a vida e os negócios. 
GI – Por que você nunca deve aceitar a 1º oferta?
  • 80% das negociações começam com truques, mentiras e blefes. Não espere a honestidade e a sinceridade de um samurai logo no primeiro movimento da outra parte.
  • Se você aceitar, perderá a oportunidade de negociar e ampliar o acordo
  • Aceitar tão rapidamente a oferta passará uma sensação desconfortável para o outro lado, que perceberá imediatamente que fez um negócio menos rentável do que poderia.
  • Negociadores profissionais barganham o tempo todo, não existe norma, regra, padrão ou tamanho de negócio que não possa ser questionado. Não importa que o acordo inicial lhe pareça interessante, negociadores de primeira linha jamais aceitam a 1º oferta.
YUU – Construa sua reputação – Toda grande negociação que você participar o outro lado passará o scanner completo em você. A chave para ser bem visto passa obrigatoriamente por três grandes pilares:
  • Currículo – Ninguém vai receber um qualquer, seu currículo já pode ser a primeira porta de entrada para uma negociação frutífera. Se suas credenciais são boas, logo sua imagem de alguém que sabe o que está falando é cristalizada.
  • Argumentos – No desenrolar da negociação seu currículo é testado. A desenvoltura como apresenta seu produto, responde perguntas, mostra sapiência sobre o mercado e constrói soluções inteligentes, resultará em mais um avanço para consolidar o negócio.
  • Credibilidade – Todos querem segurança. A maneira como você apresenta garantias, bem como as experiências bem sucedidas com outros clientes potencializam suas chances de bater o martelo.
“Uma alma sem respeito é uma morada em ruínas”. Código samurai
Quando você visitar clientes, leve consigo recomendações, se possível escritas à mão. Se outras pessoas com o mesmo perfil do seu cliente atual já lhe compraram e lhe recomendam, ora bolas! Por que ele não compraria de você?
JIN – A importância da estética – Cada mercado trabalha com uma estética apropriada. Lembre do filme “o diabo veste prada”. Não importa a indústria, o que realmente importa é você conhecer as regras do jogo de cada mercado e adaptar-se, mas sem deixar de lado seu toque pessoal, aquilo que diferencia levemente você do outro. Um relógio, um brinco, um sapato, um lenço ou até mesmo o cansado cartão de visitas pode classificar você como um negociador diferente da maioria. 
Às pessoas lhe conferem poder pela maneira que você se veste. Agora imagina o pânico e o respeito dos inimigos ao avistarem um exército de samurais em suas armaduras imponentes?
REI – Leve uma parceira mulher para negociar com clientes desconfiados – Antes que você imagine que os lendários samurais só eram representados pelo sexo masculino, saiba que algumas mulheres samurais também vestiam sua armadura e eram convidadas a participar da luta junto com todos.
A ciência já revelou que os clientes acreditam mais nas mulheres do que nos homens. Hoje em dia, muitos negociadores trabalham em dupla, se eu fosse você, sempre levaria um parceira mulher para ajudar nas negociações com clientes extremamente desconfiados.
Em um estudo global apoiado pela ONU Mulheres,  entidade das Nações Unidas para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, revelou que só a presença delas nas mesas de negociação já aumentariam drasticamente as chances de se obter uma paz sustentável em regiões com conflitos.
Alguém lá atrás disse que elas dominariam o mundo, estavam certos.
MAKOTO – Nunca decidir pressionado – Negociadores experientes podem deixar você sob pressão, deixando seu cérebro responder de forma intuitiva (fugir da situação desconfortável e se dar por satisfeito), mas samurais não temem o perigo, eles aparentam calma mesmo em cenários adversos. Decidir pressionado subtrai a possibilidade de suscitar contrapartidas inteligentes. Não aceite a pressão, peça um tempo para decidir, nem que seja em uma ida rápida ao banheiro…
MEIYO – Crie alternativas melhores – Muita gente acredita que os samurais usavam apenas suas famosas espadas: a katana e a Wakizashi para lutar, muito pelo contrário, eles usavam arcos, espadas, lanças e mais um arsenal de técnicas para combater o inimigo.
Como montar um arsenal de opções criativas para fechar mais acordos?
Uma das alternativas é o uso de ESCALAS. Muitas negociações falham porque as partes só focam em “valores”. Quase nunca as propostas iniciais agradam a ambos, daí a solução em montar escalas progressivas para diminuir o risco e construir um acordo mais justo. Se você confia na sua performance, seria natural aceitar um valor fixo menor no início e apostar em ganhos escaláveis de acordo com a sua produtividade.
Um exercício que costumo fazer antes de entrar em uma grande negociação é perguntar  a mim mesmo: “quais opções eu posso oferecer para jamais perder esse negócio?”
CHUU – Abraçar caos, a incerteza e o inoportuno – As maiores negociações que já participei nunca foram decididas em uma única rodada e também nunca foram fáceis. Vou além: “minhas maiores vendas foram conseguidas negociando com gente insuportável”.
Nas maiores negociações o CAOS sempre aflora. Pessoas fazem ataques pessoais, atacam sua empresa pra conseguir desconto, outros dão ultimatos, alguns mais inconvenientes até alteiam a voz e lhe apontam o dedo.
O legal disso tudo é que negociações tensas desafiam seu autocontrole. Diferente do que se pensa, você não vai desembainhar sua espada, você não atacará fogo com fogo, negociadores de primeira linha resistem incólumes aos ataques destemperados , eles vestem a carapuça da cortesia, do respeito e da amabilidade, virtudes suntuosas do código samurai.
Não existe espada intelectual mais afiada, que responder a uma grosseira com um gesto de elegância.
“A vida de alguém é limitada; a honra e o respeito duram para sempre”. Miyamoto Musashi

Negociação Empresarial, não se deixe derrubar

Fazer com que uma empresa use seus produtos ou serviços pode ser apenas metade do seu trabalho. Antes disso, você terá que negociar o contrato, e esse processo pode ser mais difícil do que convencê-la de comprar o que você vende. Esses conflitos podem influenciar no preço, nas condições de entrega, nas quantidades, ou até na duração do contrato.
Para evitar problemas no fim da negociação, ou até mesmo para evitar que se perca a negociação por completo, procure determinar desde o início o que você quer. Quanto de dinheiro você quer? Qual o mínimo que você pode aceitar para que o negócio seja lucrativo? Qual o máximo que você acha que eles podem pagar? Quanto outros cobram pelo mesmo serviço? Se envolve propriedade intelectual (copyrights, marcas registradas ou patentes), quais direitos você está disposto a dar? E por quanto tempo você pretende licenciá-los? Você terá outros benefícios com a transação além do dinheiro?
Quando você fizer a oferta inicial, fique atento. Se o cliente for uma grande empresa ou corporação que costuma comprar bens ou serviços através de contratos negociados, o contrato costuma ser pré-estabelecido. Mas preços e condições são sempre negociáveis. O preço da oferta inicial é exatamente esse: um primeiro preço baixo, feito com a certeza de que você tentará aumentá-lo, não importando o valor que tenha sido oferecido.  Portanto, fique atento e saiba negociar com firmeza!

Gastar dinheiro com Advogado? Que dó…

A fuga do advogado que cobra pela consulta ou pelo preparo processual.

Gastar dinheiro com Advogado Que d
Na carreira de advogado militante com escritório próprio, é possível vivenciar diversas situações que podemos chamar de “fenômenos”, tanto judiciais quanto extrajudiciais, especialmente no começo de carreira quando o advogado que não tem patrão e nem salário “topa qualquer coisa” para trabalhar.
Algumas situações das mais absurdas possíveis você só vê neste emocionante começo de carreira, outras com o passar dos anos caem na normalidade, porém existe um fenômeno que é recorrente, seja você um causídico com carreira jovem ou madura.
O estranho fenômeno da “dó de gastar dinheiro com advogado”, que surge logo no primeiro contato com o cliente, que usa dos mais diversos artifícios para extrair qualquer informação de forma franca.
É incrivelmente comum, como se houvesse um manual de instruções pré-estabelecido e distribuído a todos que não possuem capacidade postulatória com frases que parecem prontas e combinadas entre os clientes ou “quase clientes”, dada a semelhança das abordagens que recebemos, alguns exemplos abaixo:
“Dr. Só preciso de uma informação… O Sr. Pode dar uma olhadinha pra mim?”
“Nossa tudo isso para mandar um e-mail?”
“Não sabia que a consulta era cobrada… Vou pensar e entro em contato”
“Mas parece algo tão simples, está muito caro”
Mas dentre todas as frases que já ouvi, a que mais me marcou foi essa, que foi dita logo após eu informar o preço de uma consulta:
“Acho muito dinheiro para uma conversa de 20 minutos”
Quando o cliente em potencial se esquece que esses 20 minutos de conversa podem ser determinantes para ter seu legítimo direito reconhecido ou até mesmo a sua vida resolvida – ainda que isso possa levar alguns anos.
Quando é passada a parte da “consulta grátis”, chegamos a parte do famoso “ad exitum”, este também outro fenômeno muito comum, quando o cliente sugere que o advogado nada cobre para executar todos os trâmites processuais desde a inicial até a longínqua sentença, para ao final receber uma porcentagem do “prêmio” fruto de danos morais ou materiais.
Afinal, é plenamente possível gastar dinheiro com qualquer bem ou serviço de retorno imediato, mas gastar com um advogado que está ousando cobrar para prestar uma consultoria simples ou então escrever um monte de leis em um pedaço de papel, é impraticável.
Mas o serviço do advogado – ainda que extrajudicial – não tem valor mesmo?
Bem como o médico que receita um medicamento que pode cessar uma dor nas costas, o advogado pode em uma consulta indicar um caminho ou uma solução que pode tirar das costas do cliente um peso que o estava agredindo tanto quando uma dor física.
O advogado também tem suas despesas, das mais diversas, aluguel, seguro, vestimenta, cursos de atualização – para melhor atender o cliente – deslocamento, dentre outras despesas extraordinárias que podem surgir em qualquer tempo, ou seja, o advogado que trabalha sem cobrar consulta ou somente “ad exitum” de certo deve ter outro meio de conseguir recursos para suas despesas, pois não se pode contar com verbas processuais incertas.
O trabalho do advogado começa desde a consulta, mesmo que o cliente tenha sua resposta em uma conversa de 20 minutos, ele precisa se conscientizar que para dar essa resposta em 20 minutos houve pelo menos 5 anos de faculdade, meses de estudos para encarar a o exame de ordem, investimentos em pós-graduações, dedicação a carreira, investimentos em montar seu escritório, arcar com todos os impostos – sim, advogado também paga imposto – em síntese, o valor cobrado não é pelos poucos minutos que o cliente “desperdiça” na consulta e sim por tudo o que o advogado passou para estar na posição de poder resolver o problema ou levar uma luz no fim do túnel para o seu cliente.
Cobrar pela consulta, pelo preparo processual, para emitir notificações extrajudiciais, pelas diligências e qualquer ato advocatício é importante, tanto ou até mais importante do que a porcentagem recebida ao fina da causa, pois não existe verba processual que seja garantida e acontecem as mais inesperadas reviravoltas nos julgamentos.
Então, quando você paga a consulta a um advogado, você não está jogando dinheiro fora, como tudo no mercado de trabalho, você está pagando para receber um serviço, e este sendo um dos mais importantes serviços prestados, pois lida com seus direitos, muitas vezes os direitos mais sagrados, como direito a vida, a liberdade, dignidade da pessoa humana, dentre outros.
Ao advogado, fica o conselho, valorize o tempo que você empregou para chegar onde chegou, valorize o tempo que você emprega no seu trabalho, deixe o preço dos seus serviços fixado de uma maneira que você se sinta confortável para trabalhar, pois vale mais 1 cliente que entende o valor do seu serviço do que 10 clientes que buscam somente uma facilidade e tem “dó” de investir seu dinheiro na busca pelos seus próprios direitos.

Como fazer uma negociação matadora

Dicas valiosas!!!

por  José Roberto Marquespresidente do IBC, Master Coach Senior e Trainer.
Negociação matadora
© Depositphotos.com / EDHAR Aprenda a fazer uma negociação matadora
Uma boa negociação é indispensável para o fechamento de grandes negócios. Principalmente para os empresários que lidam com fornecedores, clientes e investidores, fazendo toda a diferença no quesito economia.
Muitos empreendedores dizem que a negociação é uma técnica. O que significa que qualquer pessoa pode aprender e desenvolver as habilidades e truques para fechar uma negociação. O que também significa que um profissional que já é habilidoso precisa sempre, se reciclar e se aperfeiçoar.

Como desenvolver a habilidade da negociação?

Negociações de grande porte podem levar um tempo para aprender. Porém, só a prática leva à perfeição! E com algumas dicas certeiras, qualquer um, mesmo que tenha o mínimo grau de intimidade com as técnicas de negociação, pode se transformar em um negociador acima da média.

Tenha controle emocional

Grandes acontecimentos podem deixar algumas pessoas nervosas. Não seria diferente em uma negociação importante. Porém, o problema deste nervosismo e ansiedade é quando estes sentimentos passam a influenciar nas tomadas de decisões. Como é quase impossível eliminá-los por completo é preciso, pelo menos, mantê-los sob controle.
Dessa forma, a melhor dica para manter o controle emocional é dominar a respiração, se policiando para falar devagar, para que possa ser exposto o seu ponto de vista de forma clara, sem que você pule ou se perca em nenhuma parte. Caso você saiba que o nível de estresse da negociação será muito alto, marque-a durante uma refeição, como almoço, jantar ou mesmo um simples café. O cérebro, quando se está comendo ou bebendo, interpreta que se está em uma situação amena e confortável, ajudando a manter o controle.

Estude seu alvo

Como em qualquer outro aspecto na vida, é preciso estudar sempre e entender a situação da melhor forma possível, e para isso, é preciso fazer o dever de casa. Para tanto, é necessário conhecer o mercado e as circunstâncias em que seu “adversário” está envolvido, saber até onde ele pode ir, na negociação. Isso ajuda a desvendar o grau de interesse da outra parte no negócio.

Os objetivos precisam ser claros

Tenha em mente que uma negociação não precisa ser desvantajosa para nenhuma das partes, e para isso, é importante que os dois lados coloquem seus limites na mesa.
Estude seu produto, sua empresa, sua proposta. Conheça cada ponto da cláusula de contrato, e o que se está disposto a modificar, caso seja pedido. Saiba o que pode ser ou não ofertado.

O corpo fala

Demonstrar nervosismo em grandes reuniões ou fechamento de grandes negócios pode, muitas vezes, ser visto como sinal de fragilidade e uma oportunidade para que o outro avance seus limites para tentar tirar vantagem. Nesse sentido, a linguagem corporal pode ajudar de forma positiva na mensagem a ser passada.
Gesticule moderadamente para que o nervosismo não transpareça. Apoiar os cotovelos na mesa passa a sensação de tranquilidade. Inclinar a cabeça levemente passa a impressão de se estar pensando no assunto. Balançar a cabeça positivamente de tempos em tempos demonstra interesse. Todos esses movimentos podem contribuir positivamente para o fechamento do seu negócio.

Conheça seus números

Erro muito comum nas negociações é manter a postura de incerteza, não sabendo ao certo o que se quer ou de quanto está se falando. Fazer propostas muito distantes uma das outras também demonstra essa incerteza.
Se você é o cliente, conheça seu cronograma para negociar as melhores datas para você e saiba exatamente qual é seu orçamento para que consiga fazer propostas. Se você é o vendedor ou prestador de serviço, precisa saber exatamente o valor do seu produto e qual é sua flexibilidade frente a ele.

Não se precipite

Não deixe que o parceiro saiba que o único responsável por dar a palavra final é você. Isso pode diminuir sua margem de manobra. Se o parceiro acreditar que você precisa validar a proposta com um conselho ou sócio, isso pode te dar tempo para colocar os números na ponta do lápis. Mesmo que a proposta seja muito boa a seu ver desde o início, você pode conseguir mais, caso tenha tempo para trabalha-la.

Pratique

“A prática leva à perfeição!”, por isso pratique! Peça para acompanhar os melhores vendedores em grandes fechamentos. Peça para que pessoas de confiança te acompanhem para que possam te passar feedbacks sobre seu desempenho, e se comprometa a falar com o máximo de pessoas para treinar suas técnicas. É importante acreditar no que está propondo. Para isso você precisa ter certeza de que as duas partes saiam ganhando na negociação. Essa segurança já é o primeiro grande passo para ser um grande negociador.
Gostou desse artigo? Comente e compartilhe com os amigos!


Descubra quais são as 3 barreiras que estão lhe impedindo de alcançar o que deseja

Logo durante os meus primeiros encontros com os meus clientes de coaching, após ouvir o que eles desejam realizar em suas vidas, eu lhes pergunto quais seriam as 3 barreiras que estariam lhes impedindo de alcançar isso.
Na sua grande maioria, as respostas se referem à falta de foco e ao medo.
No entanto, a questão é muito mais profunda do que isso. A falta de foco e o medo são, na verdade, consequências da falta de autoconhecimento – maior chave para o sucesso e a felicidade duradouros – e que pode ser superada por meio do processo de coaching.
Vivemos numa era em que 90% das pessoas não sabem o que realmente querem para a vida delas e por isso acabam vivendo uma vida sem plenitude e sem propósito, numa constante sensação de que “algo” está faltando.
Você já parou para se perguntar o que você faria feliz pelo resto da sua vida se não precisasse de dinheiro para nada? Ou o que você é absurdamente bom em fazer e quais são os seus dons e talentos mais valiosos?
Quando você descobre isso, você descobre o seu propósito de vida. Você descobre o seu “porquê”, o porquê você faz o que você faz hoje. E quando isso acontece, tudo começa a clarear! Você passa a perseguir com foco aquilo que a sua essência realmente deseja e passa a utilizar os seus melhores talentos a seu favor.
Se você parar para analisar a vida de pessoas de sucesso como: Steve Jobs, Walt Disney, Ayrton Senna, Abraham Lincoln, dentre outros, verá que todos eles viveram por uma causa, todos perseguiram o seu propósito de vida com paixão, dedicação, persistência e foco!
A descoberta do seu propósito de vida pode ser alcançada por meio de um processo de autoconhecimento que é trabalhado durante o processo decoaching. Infelizmente, a maioria das pessoas negligencia essa poderosa arma para o sucesso e por isso acaba vivendo uma vida sem direção, deixando-se levar por valores e paradigmas impostos pela sociedade e pelo núcleo familiar em que vive.
Então, a mensagem que eu gostaria de passar para você por meio desse texto hoje é essa. Se você não está satisfeito com a vida que tem e com os resultados que vem obtendo, se deseja mais significado para a sua vida, pare agora e busque o seu autoconhecimento! Dê essa chance a você! Permita-se se conhecer! Você é a pessoa mais importante que existe e merece ter a vida que deseja!
Além disso, o autoconhecimento promove maior autoestima, maior autoconfiança, liberando em você toda a sua força interior, sua própria magia, sua luz interna que é capaz de todas as coisas e que não se abate com a opinião dos outros sobre você.
Conhecer a si próprio é libertar-se do seu ego, dos seus medos, dos seus comportamentos limitantes para, enfim, mudar, crescer e prosperar!
Gostou do texto? Curta, comente e compartilhe com os seus amigos nas redes sociais!
lisandracabral.adv@gmail.com

#MondayMba, por Rony Meisler


por Rony Meisler

#MondayMba

Como convencer seu(a) chefe de que ele(a) deveria defender e liberar orçamento para as suas idéias? 


Outro dia um amigo que trabalha para uma grande empresa me contou sobre uma idéia que ele teve para um novo projeto para a companhia.

Me empolguei com a excelente idéia e perguntei o que faltava para colocá-la de pé. O diálogo foi mais ou menos assim:

Eu: “Porque você não coloca a idéia de pé?”

Ele: “Pedi para o meu chefe e ele não me deixou fazer pois era arriscado e não tínhamos orçamento.”

Eu: “E o que você respondeu?”

Ele: “Nada. Engavetei a idéia.”

Aquilo me encasquetou porque imediatamente pensei que certamente na Reserva, todos os dias, acontecia exatamente a mesma coisa.

É normal, principalmente em empresas de médio para grande porte, que idéias sejam travadas pelos processos. Idéias sim, mas pessoas jamais poderiam ser travadas por nada ! E a culpa, neste caso, não é da empresa. A culpa é do ser humano que, na primeira dificuldade, desiste de suas idéias.

O ser humano, por essência, gosta de procrastinar. Nós gostamos de passar problemas adiante e achar outros culpados que não nós mesmos para o fato de não os termos resolvido: “ Eu tive a idéia, mas como ninguém me deixou colocar em prática eu desisti dela. E agora ninguém quer me promover ou aumentar o meu salário.” … Mimimimimimimimimimimimi.

Por outro lado, pura e simplesmente escutar que devemos “batalhar” por nossas idéias não é algo prático e nos coloca numa posição incomoda de continuar sem saber como mudar isso.

Por isso, em nossa última convenção de sede, ao invés de apenas dizer isso para as pessoas resolvi abrir minha apresentação dando um exemplo prático de como isso poderia acontecer. E o resultado foi espetacular. Muita gente me procurou após o evento para dizer como aquele exemplo havia transformado suas percepções, e, além disso, na prática, hoje, em muitos casos de nosso dia a dia, já sinto a diferença na postura das pessoas frente a negativa ou obstáculo no dia a dia de trabalho na Reserva. Se conselho é bom exemplo arrasta !!

Aí vai:

Imagine que o nosso departamento de Visual Merchandising por algum motivo entendesse que caso pintasse todas as nossas vitrines de rosa choque nós passaríamos a vender 30% a mais. O primeiro passo após a idéia seria me procurar para propor a transformação nas 40 lojas da rede e eu diria que não, com certeza.

E então, a líder de nosso departamento de VM poderia engavetar a idéia ou tentar me convencer, na prática e não na teoria, do contrário.

E eu dei para nossa turma um exemplo de como, caso esta fosse uma idéia minha, eu agiria para convencer o meu(a) chefe do contrário:

Eu ligaria para uma empresa de tintas e pediria 1-2 galões na faixa, diria a eles que eu precisava da tinta para provar uma teoria ao meu chefe e que, caso desse certo, faríamos um enorme pedido de tinta para pintar uma rede de 40 lojas. Após isso, contando a mesma história, eu convidaria um pintor a participar do projeto.

Uma vez resolvido o problema orçamentário para o piloto eu perguntaria ao meu chefe qual loja da rede tínhamos o pior resultado em vendas. Dito isto, pediria autorização para um teste, a custo zero, nesta loja. E colocaria uma meta de aumento em vendas após a pintura.

Enfim, se colocado desta maneira tenho certeza absoluta que a probabilidade de negativa cairia enormemente e o teste seria feito.

Agora imagine como eu seria visto na empresa se o teste desse certo e a loja que mal resultava passasse a vender muito ?! Eu passaria a ser a bola da vez, com toda certeza, e teria autorização, e orçamento, para pintar a rede inteira de rosa choque.

Mas e se não desse certo? Se não desse certo eu teria ganhado MUITOS pontos com meu chefe, pelo na minha concepção do que é ser um bom chefe, pelo fato de não desistir jamais de minhas idéias e de batalhar para testá-las para além da teoria.

Empreender nada mais é do que colocar de pé nossos sonhos e idéias. Muitos acreditam que a única forma de empreender é montando o seu próprio negócio, mas o fato é que existe uma enorme oportunidade de empreendedorismo, e consequente destaque, dentro da empresa para a qual trabalhamos. São em movimentos como o do exemplo que nascem os notáveis e futuros líderes de uma companhia. O futuro não é dado para as pessoas, são elas quem o constrói.

Tenho certeza absoluta de que após ler este #MondayMba você lembrou de alguns projetos que havia engavetado após uma negativa como também tenho certeza de que para pelo menos um deles você pensou numa alternativa de teste a custo baixo ou inexistente que comprovaria a sua tese para a pessoa que lhe deu a negativa.

E agora? Vamos parar de mimimi e começar a semana colocando de pé?

Levanta e anda ! – Emicida.

Boa semana !

FONTE: Rony Meisler

"Ninguém é professor até começar a ser"

Quem me conhece sabe que eu adoro Direito Empresarial, por mais loucura que isso pareça (quem é do Direito entende porque empresarial é pra maluco hehehe). A OAB eu quero em empresarial, (até o prof. Penante do CERS diz que não é pra qualquer um, leia-se: só loucos), a minha especialização vai ser em empresarial, e adoro tudo relacionado à empresas: gestão de negócios, gestão estratégica, gestão de marketing, gestão empresarial em si, governança tributária pra empresa, etc. E uma coisa que eu gostava na faculdade era explicar a matéria para colegas.

Aí, eu achei esse portal PROFES… Com a minha formação em bacharelado em direito posso dar alguma aula de empresarial, revisão da matéria, coisa básica né. Pra começar e pra estar sempre estudando essa coisa querida que é o direito empresarial.

Então, galera que está se vendo nos 30 em Direito de Empresa I, II e III, ou mesmo quem já fez, e quiser arriscar uma aulinha, estou disponível pra testar, me conte o que está tendo em aula agora, em que está com dificuldade, o que quer revisar, quais são suas dúvidas, que buscarei montar uma aula direcionada exatamente para o que precisa dar mais foco. Seja societário, títulos de crédito, falência e recuperação…
Dá uma olhada na minha sala no portal Profes aqui ->https://br.portalprofes.com/BibianaRabaioliPrestes 

Eu vi num filme: “Ninguém é professor até começar a ser”.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑